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COLFLEB • Coleção de Flebotomíneos

A Coleção de Flebotomíneos, COLFLEB localizada no Centro de Pesquisas René Rachou/Fiocruz, em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, tem cerca de 93.000 exemplares distribuídos por 377 espécies de flebotomíneos provenientes do continente americano e outras 43 espécies dos gêneros Phlebotomus e Sergentomyia, provenientes da Europa, Ásia e África. Os flebotomíneos são montados em lâmina e lamínula. Parte da Coleção consiste da "Coleção Padrão" formada por tipos primários ou secundários ou por até 15 exemplares não-tipos de cada espécie e a outra parte é a Coleção Geral. A COLFLEB é organizada em estantes deslizantes por ordem alfabética de acordo com cada espécie. Na Coleção Padrão estão depositados cerca de 670 tipos pertencentes a 126 espécies, entre holótipos, alótipos, parátipos, plesiótipos, cótipos, topótipo, homeótipo, síntipo e neótipos. Com relação às espécies fósseis de flebotomíneos Neotropicais, o acervo da Coleção também é o mais diversificado, contando atualmente de 97 âmbares encontrados na República Dominicana, contendo 162 flebotomíneos de 12 espécies; estudos sobre esses âmbares estão em andamento, na tentativa de se identificar os demais exemplares.



As perspectivas para a Coleção de Flebotomíneos são, dentre outras, diversificar ainda mais seu acervo, principalmente com permutas de material com pesquisadores de outras instituições ou através de coletas em locais específicos, na busca de espécies ausentes em seu acervo e pretende-se ainda, continuar colaborando na capacitação de recursos humanos e na qualidade e segurança do acervo da Coleção de Flebotomíneos.

A COLFLEB está informatizada e desde 2010 é uma das coleções biológicas da Fiocruz que está integrada à rede speciesLink. A COLFLEB é credenciada, como Fiel Depositária de Amostras de Patrimônio Genético pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN/Ministério do Meio Ambiente), de acordo com o Aviso de Credenciamento nº 056/2012/SECEX/CGEN, publicado no D.O.U. em 29/08/2012.


© 2017 Coleção de Flebotomíneos, Centro de Pesquisa René Rachou, Fundação Oswaldo Cruz